Antes de qualquer grafia, deve-se constatar que, você, leitor, pode encarar as definições dos principais assuntos do texto como outro fator cujo nome pode ser diferente. Afinal, tudo é relativo.
Existem diversos pontos de vista de como a sociedade funciona. Neste texto, será abrangido como vertentes de todas as causas, o Amor e a Paixão, sentimentos que, por si só, trazem bons estados ao ser humano. O contrário, indubitavelmente, existe, dependendo de como manipulá-los.
Em termos sintomáticos, caracteriza-se o Amor como algo brando, calmo. Esse sentimento é um estímulo constante, que, dias após dias, crescem ou decrescem, até o seu término.
Já a Paixão, resumidamente, é aquele “fogo” inquieto que pula e grita dentro de nossas essências. Nos deixa ansiosos, loucos e, em alguns casos, desprotegidos de consciência. Amor e Paixão podem, às vezes, estar difundidos e em diferentes proporções.
Com essa humilde definição particular, tudo, então, deriva dessas matrizes.
Muitos dizem que a ambição move o mundo - algo plenamente concordável. Não obstante, o que move a ambição? Somos nós amantes do almejo, queremos constantemente desejar? Será que o ser humano pode estar apaixonado pelo objeto querido?
Quando fazemos algo por “necessidade” ou somos obrigados, podemos sentir um tremendo ódio em dada circunstância. Porém, há amor ou desejo intenso por algo que nos faça aceitar ou rejeitar mandamentos, seja tal fator a nossa integridade com o bem estar interno ou externo ou algo em que existam bons sentimentos pela motivo de estar lutando.
Todo o ser humano precisa de Amor e Paixão (e estes, um do outro). Até no ódio, para quem o alimenta, se aplicam essas emoções, porque vive prazer em senti-lo (mesmo que momentaneamente). Afinal, o ser humano não é um adorador do prazer?
Bruno de Medeiros
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